Monthly Archives: março 2009

Palestras, como é bom beber desta fonte

No começo de março assisti a duas palestras (Michel Lent e Rosana Hermann) em um novo projeto chamado BrainSessions, um novo formato de interatividade do BraincastTV, criado pelo Carlos Merigo e o pessoal do Brainstorm#9.

Escrevi um post aqui sobre este assunto.

Nesta semana o video da Rosana Hermann foi ao ar, falando sobre Agilidade Mental. Não vou tentar explicar ou recontar o que vi, sugiro que assista o video e beba direto da fonte.

Uma coisa eu garanto: é delicioso acompanhar a inteligência bem humorada desta jornalista com mestrado em física nuclear.

Logo mais deve sair o video do Michel Lent, e eu atualizo este post com a palestra dele, gravada no mesmo dia.

Falando em palestras, eu sou um TED junkie, e não quero saber da cura, nem de tratamento, nem de desintoxicação. Quero é mais tempo para assistir a todas as palestras, e repetir algumas.

Agora já imaginou se o TED fosse falado em português, gratuito, em São Paulo? Pois é, já imaginaram e já fizeram um evento assim.

O EPICENTRO é um evento otimista para tempos de turbulência. Um terremoto multicultural e profissional que defende o Empreendedorismo, Estilo de Vida, Design, Tecnologia e Liderança. A proposta do evento é promover ideias que possam mudar o Brasil para melhor.

Cada palestrante teve 18 minutos no palco, e a única exceção foi Aleksandar Mandic, um dos precursores da internet no Brasil, que, para a sorte de todos, teve 10 minutos extras.

Pena que não deram 10 minutos a mais também para Gabriel Peixoto, que fez uma analogia mais que genial sobre o jogo de xadrez e as relações sociais e econômicas. Eu pagaria sem pestanejar para ver esta palestra inteira.

Dá aquela sensação gostosa que a gente fica um pouco mais inteligente quando absorve, ainda que por osmose, a inteligência dos outros. Ainda mais quando estes são extremamente generosos em dar seu tempo e seu expertise para quem quiser ouvir.

Esta é a vinheta de abertura do EPICENTRO, e todos os videos do evento podem ser vistos neste link.

Eu assisti a diversas palestras online, cada uma melhor que a outra. Gostaria de ter visto o evento no local, mas a tecnologia permite beber desta fonte mesmo sem estar lá.

Desta água beberei sempre, em grandes goles.

Curso de Caligrafia com Andréa Branco

No ano passado fiz um workshop de caligrafia experimental com Cláudio Gil, no ateliê da Andréa Branco.

Há um post sobre esta aventura caligráfica aqui no blog, inclusive com um pequeno video com o mestre em ação.

Sei que muitos colegas se interessam por caligrafia, e ao invés de repassar o e-mail que recebi da Andréa apenas para alguns, achei mais interessante postar aqui e contar algumas novidades.

Andréa Branco é uma autoridade no assunto, e um doce de pessoa. Suas turmas se formam em torno do interesse pela Arte da Caligrafia e, por afinidade, grandes amizades se formam. Conheci gente muito legal lá, e imagino que os leitores da Sketcheria poderão encontrar técnica de alto nível e pessoas geniais neste curso.

Quem quer ganhar um selinho da Microsoft?

Quem quer ganhar um selinho da Microsoft?

23 mar 2009 23:42

O fim do mundo está mais próximo do que se poderia imaginar.

Quando uma empresa como a Microsoft resolve passar o chapéu, botando a responsabilidade de se criar o selo de 20 anos nas mãos de qualquer um, através de mais um daqueles concursos de design, é sinal que enquanto o Apocalipse bate à porta, o Armageddon já entrou pela janela e o Juízo Final já está de cueca, comendo pipoca no sofá da sala.

O texto é tão amador e piegas que parece trote, mas infelizmente é verdade:

“Sua criatividade é a nossa maior inspiração. Por isso resolvemos convidar você para criar o selo comemorativo que vai representar os 20 anos da Microsoft Brasil.”

E os prêmios?

  • 1 console Xbox 360 com um controle sem fio
  • 3 jogos para Xbox 360: Lips, Gears of Wars 2, Banjo Kazooie
  • 1 Microsoft Expression Studio 2
  • 1 Windows Vista Ultimate
  • 1 Microsoft Office Professional 2007

É patético. Um selo comemorativo de 20 anos, largado à toa, pra qualquer um “bolar”, em troca de presentinhos.

O designer que honra o diploma, que tem um nome a zelar, não se mete a fazer tal coisa.

A “galeria” é previsível: projetos amadores, de casinhas feitas com lápis de cor ao clássico erro de salada de fontes, um autêntico desfile de horrores.

É claro que entre milhares de inscritos amadores, sempre haverá uns poucos que se destacam, e algum iludido vai se achar a bolacha mais recheada do pacote, só porque ganhou uns brindes e viu sua “logomarca” aparecer no site da Microsoft Brasil.

E dá-lhe tapinha nas costas.

Tem gente que se contenta apenas com isto.

Quem não se lembra do desastroso concurso do logo do CEDAE, que virou tema de debates em blogs, mesas de bar e case para estudos em faculdades de comunicação visual?

A lição grotesca, escandalosa, ridícula, não serviu para nada.

Identidade corporativa? Alinhamento com a marca? Psicologia da cor? Semiótica? História da Arte?

Nah, que bobagem! Pra quê isso tudo?

Estudos do comportamento do consumidor, estatísticas, pesquisas, fidelização, recall, branding?

Tudo besteira. Desperdício de papel. Perdeu, mané!

Design corporativo virou brincadeira de criança.

Pode jogar aquele monte de livros, diplomas e anos de estudo no lixo, porque hoje qualquer um, mas QUALQUER UM MESMO, pode fazer design.

A Microsoft Brasil, ao jogar 20 anos de reputação pra galera, faz beicinho para dar o beijo da morte no design nacional.

Quantos designers vão se estapear para abraçar a “oportunidade” e beijar esta boquinha?

Sexta-feira é dia de off-topic

Não sei se vai virar um hábito, mas sexta-feira parece ser o dia ideal para dar umas bolas na trave e trazer alguns outros temas para a Sketcheria.

Se você gostar da idéia - ou detestar - e quiser comentar, manda bala.

Há quase um ano venho acompanhando o Nerdcast, um Podcast genial criado por Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghâl). Ambos nerds desde os tempos de escola, apostaram em seus talentos e se tornaram nerds profissionais, patrocinados, e fazem um programa semanal com entrevistas, debatem temas que variam de quadrinhos, música e cinema, até brinquedos dos anos 80, bebedeira ou a guerra do Vietnã.

E não é rasgação de seda minha não, os caras foram premiados várias vezes, em diversas categorias, por instituições respeitadas como iBest e revista INFO, entre outros.

Todos os programas tem um tema principal, convidados antenados, uma ótima mediação com muito humor e inteligência, mas sem a formalidade de um programa de rádio. É forrado de palavrões e politicamente incorreto ao extremo, ou seja, papo de boteco da melhor qualidade, em excelente companhia.

Eu pago altos micos ouvindo o Nerdcast no iPod, porque cair na gargalhada é inevitável quando estes malucos estão no microfone.

Você pode baixar os episódios em MP3 direto do site, mas o melhor é assinar pelo iTunes, porque cada um deles vem com títulos, comentários e o nome dos convidados.

Na minha opinião estes são os mais recomendáveis, exceto para quem sofre de incontinência urinária:

- Nerdcast 94 - Max, Traga Minha Capa! - Entrevista com Guilherme Briggs

- Nerdcast 135 - Profissão: Ilustrador (Entrevista com Hiro Kawahara e Marcelo Martinez)

- Nerdcast 132 - Bêbado e na Mão do Palhaço

- Nerdcast 150 - O Melhor de 150 Nerdcasts! (coletânea)

- Nerdcast 123 - Eu continuo desgraçado da minha cabeça!

- Nerdcast 32 - Jogos de Tabuleiro: Coronel Mostarda na Oceania

Enfim, todos episódios são muito engraçados, inteligentes e totalmente viciantes.

Agora, um tema que há muito tempo estava prometido, finalmente está no ar:

Hoje é dia de off-topic, hoje é dia de rachar o bico ouvindo Monty Python e o Nerdcast Sagrado.

Papo Cabeça

No dia 16 de março assisti a duas palestras no Espaço Gafanhoto, no primeiro BrainSessions, um novo formato de interatividade do BraincastTV, criado pelo Carlos Merigo e o pessoal do Brainstorm#9.

Rosana Hermann (jornalista, apresentadora e Mestre em Física Nuclear) e Michel Lent (CEO da 10′Minutos e Mestre em Telecomunicações Interativas) falaram sobre processos criativos, métodos diferenciados de pesquisa online, internet (passado, presente e futuro), onde o marketing pessoal cruza com o marketing corporativo, redes sociais, etimologia de palavras gregas, enfim, diversos assuntos, cada um mais interessante que o outro.

As apresentações foram filmadas, e quando estiverem online eu atualizo nesta linha do post, e no Twitter.

As ferramentas online são as mesmas que todo mundo usa, a diferença está na escolha e no uso destes mecanismos. O piano é sempre o mesmo, 88 teclas, 3 pedais, 1 banquinho. A escolha de como e quais teclas irá apertar é o que faz um músico ser diferente do outro, e o mesmo se aplica às tecnologias da web.

O Twitter, por exemplo, varia desde “acordei, vou escovar os dentes” e “vou dormir”, aos insights mais legais, dicas para shows e exposições, updates culturais de toda espécie, links interessantes, ou o bom e velho besteirol, humanizando e aproximando as pessoas.

A sua escolha ao clicar em “follow” pode fazer da sua experiência no Twitter um porre ou um grande barato.

Aliás, através do Twitter acessei o Pto de Contato, e dois dias depois estava lá, conhecendo o local e as pessoas que trabalham lá.

Uma estrutura de agência com a individualidade de um home-office, o melhor dos dois mundos.

É o Coworking, um novo conceito em home-office, tirando os profissionais do ambiente doméstico para um local descolado, ao mesmo tempo individual e coletivo. Juro que deu vontade de fazer as malas e trabalhar na Vila Madalena.

Grandes chances de você me encontrar lá em breve.

Olhando para trás, em um ano minha vida online mudou um bocado e parece que estou na subida da montanha-russa. Sei que muita coisa vai acontecer, mas é preciso estar equipado e preparado para curtir tudo que a viagem pode proporcionar.

Longe de estar no primeiro vagão do trem bala, também não quero perder o último bonde e pagar o preço de me tornar obsoleto, coberto de teias de aranha, ou pior: ficar com cara de interrogação em qualquer encontro de amigos.

© Mark English 1998

Não tenho a preocupação de seguir tendências, não se trata de um modismo, é uma questão de sobrevivência.

A adequação ao “idioma local” é uma necessidade social, e por consequência uma necessidade comercial.

Ninguém quer papo (reunião, job, cerveja, etc) com uma pessoa que não entende sua língua.

Addons indispensáveis do Firefox

Há muito tempo me dei alta do hospício do Orkut e me desliguei de quase todas listas do Yahoo. Não que os veículos tenham se tornado obsoletos, mas o mau uso deles deteriorou a ferramenta.

E como as coisas mudam, comprei um iMac, fiz um blog, não consigo mais viver sem alguns addons do Firefox, PageFlakes, Twitter ou Vimeo, e tenho mais PodCasts e VideoCasts do que música e filmes no iPod.

O Flickr criado para armazenar as fotos e desenhos do Sketchcrawl Brasil, teve 8.000 visitas em 2 meses.

Descobri outro dia o que são e como funcionam as #hashtags que aparecem antes de alguns assuntos no Twitter, e que Gravatar não é o ato ou efeito de usar gravata, é o diminutivo de Globally Recognized Avatars, que serve para colocar sua foto em todos os seus comentários escritos nos blogs, nada mais.

Ontem a Fernanda Guedes me convidou a entrar no Facebook, mas ainda não tenho a menor idéia do que isto significa.

Todo dia surgem novos gadgets, novos addons, novas mídias. Conhecer, identificar e escolher quais devem entrar no seu dia-a-dia é trabalhoso, mas extremamente importante.

Se você, caro leitor antenado, quiser deixar suas dicas tecnológicas nos comentários, sinta-se em casa e acelere o nosso aprendizado.

Afinal estamos todos subindo a montanha-russa, e o melhor está por vir.

Última chamada para a Ilha do Melão

Atenção senhores passageiros com destino à Cantaloupe Island.

Durante os 9 minutos do nosso voo recomendamos que permaneçam sentados em seus assentos, sem tombos ou levitação.

Evitem arruinar seu equipamento babando no teclado, e queiram por gentileza piscar seus olhos ocasionalmente, durante a viagem.

Pat Metheny, Herbie Hancock, Dave Holland e Jack DeJohnette desejam a todos uma excelente viagem.

Gastando como se não houvesse amanhã

Claro que não se trata de gastar dinheiro, gostaria muito de exercitar a liberdade de torrar grana impiedosamente, como tenho feito com meus materiais de desenho e pintura.

Não nesta vida.

Este processo começou em uma faxina do estúdio, quando me dei conta da quantidade de material que eu tinha primorosamente armazenado durante mais de 20 anos, usando tudo com uma economia de Tio Patinhas, quando a verdade me caiu na cabeça como um piano: “Eu pareço um dono de armazém, e não um artista”.

Foi um choque.

Por quê eu não usei tudo isto antes de secarem os tubos de guache, ecolines e canetas de ponta de feltro?

Ser muquirana com material de pintura é auto-sabotagem.

Eu tinha que fazer algo a respeito, e comecei tomando uma decisão: gastar material sem dó, como se não houvesse amanhã. Muito melhor do que manter aquele estoque de tintas seria ter usado tudo, até a última gota, e ter pilhas de desenhos do chão até o teto.

Tenho feito isto consistentemente, nos últimos 3 anos, e o resultado são os sketchbooks engordando como porquinhos a cada dia.

Detonando as poucas canetas Design que me restaram, fui visitar o Ricardo Antunes, que me deu um presente incrível: sua coleção de canetas e marcadores. Meu pai negaria se eu pedisse, um irmão mataria o outro por estas canetas, e ele me entregou um tesouro pessoal sem verter uma lágrima. Caba macho padaná!

Compulsivo que sou, quero mais. Estou disposto a comprar canetas Design, Copic, Prismacolor e Mecanorma de quem as tiver mofando na gaveta. Se quiser fazer negócio, me mande um e-mail, ok?

Outro dia comprei algumas réguas de normógrafo, que eram caríssimas há 10 anos, mas hoje são vendidas a granel nas estantes de liquidação da Casa do Artista. Eu uso como carimbo para criar padrões de fundo.

Ontem eu revirei (ok, eu e a Mônica reviramos) a casa atrás de meus Ecolines, alguns muuuito antigos.

O cheiro destas tintas antigas é uma máquina do tempo, por alguns segundos mergulho numa profunda regressão: estou com 12 anos de idade, indo para a escola. Pena que a viagem seja tão breve.

Guardo guaches em um baleiro, mas procuro um daqueles antigos, giratórios. Sonho de consumo besta, mas um dia vou encher um baleiro de 4 compartimentos, e esvaziar com gosto.

Encontrei por acaso minhas folhas de Letraset, algumas craquelando como papiros egípcios. Uma delas colou no papel, rachou, esfarelou, desgraceira total. Meu lado racional insistia em despregar os caquinhos para continuar, quando eu me dei conta da liberdade indescritível que aquilo representava.

Pela primeira vez em 25 anos usando Letraset, eu não tinha cliente, diretor de arte ou qualquer motivo para preciosismo. Poderia ficar assim, e contar com o imprevisto, deixar reinar o caos, poderia fazer o resultado ficar até melhor, com relevo, com personalidade, com estória pra contar.

Gostei tanto que resolvi fazer uma coisa impensável até este dia: Torrar as letras como nunca me permiti na vida. Com as regras e os protocolos tipográficos no lixo, me aventurei sem saber onde nem como iria terminar.

O ritual de transferir letras sempre foi quase sagrado, tudo era tão caro que cada letra perdida doía na alma, sabendo que qualquer “til” que me faltasse me empurraria a uma de duas alternativas: fazer na mão com cuidado cirúrgico, ou comprar outra folha.

Detonar Letraset ontem me rendeu um prazer que eu não conhecia, e por algum motivo lembrei do Al Pacino dirigindo uma Ferrari, cego, pelos becos de NY no filme Perfume de Mulher.

Alguma parte do meu cérebro ainda guardava pudores quase virginais quanto ao uso das letrinhas, e assistia horrorizado aquilo tudo, enquanto outra parte se acabava em uma orgia tipográfica desenfreada, sem regras, sem compromisso, sem camisinha.

Fui dormir às 4 da matina, cansado, feliz, renovado e sem culpa.

Tenho que admitir e reconhecer que esta idéia não é nova, nem minha. Vi o Kako usando Letraset nos seus cadernos, e sabia que não conseguiria evitar uma pontinha de plágio sua influência, nos meus.

Aliás, verdade seja dita, o Kako tem motivado uma legião de desenhistas a criar ou reconquistar o hábito do sketchbook através dos encontros do Bistecão Ilustrado, sem este impulso talvez não houvessem tantos desenhos em meus cadernos recentes, e provavelmente não haveria este blog, não com este contexto.

Kako, meu irmãozão: Obrigado, thanks, grazie, spaciba, merci, danke.

(head bow)

Domo arigato!

Hoje à noite tem mais suruba de letrinhas. Uhú!

O risco das Stock Images e das referências

Há um tempo atrás fui chamado para fazer as imagens da nova programação visual do Mambo Supermercados, desenvolvida pelo escritório da Design NoVarejo.

A princípio seriam utilizadas imagens de Stock, mas a NoVarejo, sabiamente, alertou dos riscos e sugeriu que as imagens fossem customizadas, exclusivas, feitas por um ilustrador, este que vos escreve.

Partindo das referências, fomos estudando uma linguagem própria, seguindo a temática aprovada, mas tomando o cuidado de não fazer igual ao outro artista, que cedeu seus direitos para a Stock.

Esta é a imagem principal da nova programação visual. As ilustrações que hoje decoram as lojas da rede foram postadas aqui na Sketcheria.

Hoje, ao abrir a Folha de São Paulo, todo este cuidado técnico e todo o investimento do cliente fez sentido.

Coincidência das grandes: Lá estavam, juntos, praticamente colados, um folheto do Mambo Supermercados e um guia de restaurantes. A imagem de capa deste guia era EXATAMENTE a imagem fornecida como referência.

No detalhe dá para notar que o contexto é o mesmo, mas a técnica utilizada e o resultado gráfico são totalmente diferentes.

Não fosse a condução da NoVarejo orientando a escolha do cliente, e o cuidado que tive ao não seguir literalmente a técnica do outro ilustrador, todos nós teríamos dado uma barrigada daquelas de ficar com o peito ardendo, e a haveria um grande ruído na imagem corporativa do cliente.

Seria bom poder demonstrar para todos os clientes o risco que eles correm ao utilizar imagens de Stock em sua programação visual, e este fato entra definitivamente para o meu repertório pessoal de argumentação, para aquele momento crítico da reunião, onde os preços e os riscos são colocados na balança.

Revista Ilustrar nº 09

Já está disponível para download gratuito a edição nº 09 da Revista Ilustrar em www.revistailustrar.com, ou clicando na imagem.

De todas as edições da Ilustrar, esta é provavelmente a mais eclética de todas, mostrando o trabalho vanguardista e incomparável do Walter Vasconcelos, o polêmico cartunista português António, a talentosíssima Sabrina Eras, o passo-a-passo com o Hiro (das bandejas ilustradas do McDonald´s), o mestre de Sumi-ê Massao Okinaka e uma reportagem sobre o Sketchcrawl Brasil, que bateu o recorde mundial de participantes logo na primeira vez.

Todos fizeram ilustrações com dedicatória especialmente para os leitores, e para quem quiser se aprofundar sobre o Sketchcrawl, um pouco além da matéria, no post anterior estão todos os links sobre o assunto.

Todos os links do Sketchcrawl

Para facilitar o acesso, a pesquisa sobre o Worldwide Sketchcrawl e também sobre a participação brasileira no Sketchcrawl-Brasil, seguem abaixo todos os links referentes ao assunto.

Este post será atualizado sempre que houver uma novidade publicada a respeito do evento.

Foi criado também um link permanente na coluna de links deste blog.

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Worldwide Sketchcrawl: Fórum internacional

Worldwide Sketchcrawl: Como tudo começou

Post na Sketcheria: Vem aí o Sketchcrawl Brasil

Post na Sketcheria: 10/01/2009 - Dia de desenhar na rua

Post na Sketcheria: Sketchcrawl Brasil - Recorde mundial em Sampa

Post na Sketcheria: Sketchcrawl de Páscoa, vamos quebrar nosso recorde mundial?

Enrico Casarosa comenta: Recorde mundial de participantes em SP

Sketchcrawl-Brasil: Lista no Yahoo

Sketchcrawl-Brasil: Flickr com fotos e desenhos

Sketchcrawl-Brasil na revista digital Ilustrar 09 (01/03/2009): PDF

Sketchcrawl-Brasil no Estadão: Online (só o texto da matéria)

Sketchcrawl-Brasil no Estadão: PDF 2.6 Mb (capa, chamada e matéria com fotos)

Sketchcrawl-Brasil no Portal Aprendiz: Online

Sketchcrawl-Brasil na revista digital Página 22: PDF

Sketchcrawl-Brasil no Guia da Vila: Online

Sketchcrawl-Brasil no Diário da Manhã: Online

Sketchcrawl-Brasil no Jornalismo Porto Net (Portugal): Online

Casa Assistencial Maria Helena Paulina: CAMHP

Projeto Cidade Escola Aprendiz: PCEA

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