Hoje meu hardware humano fez o upgrade para a versão 4.3, com direito a fogos de artifício no bolo de chocolate, no café da manhã.
O software continua o mesmo, o MyBrain, com alguns bugs novos a cada upgrade.
A Mônica, com seu talento único para dar presentes, pediu ajuda à “criança interior” dela na hora de escolher meu presente, e acertou em cheio na minha “criança interior”.
Um livro de Star Wars, edição de colecionador, com mil traquitanas, cartas, convites, transfers (lembra disto?), celulóides de animação e itens de explodir a cabeça de qualquer nerd que cresceu (ou não) assistindo a trilogia.
Uma réplica da carta-convite para a pré-estreia do filme, com data de maio de 1977. Se eu tivesse ganho uma destas há 32 anos, adoraria estar naquela fila.
Tá certo, eu não sei ler partituras, mas é legal pra caramba ver os rabisquinhos a lápis, para cada um dos instrumentos da trilha original do filme.
Um dos artistas de storyboard, no bagaço total, fez da sua realidade pessoal uma piadinha, e foi para a antologia de Star Wars, quem diria.
Concepts de fazer adulto chorar. Ainda bem que hoje sou criança, e só tenho motivos para rir.
Já imaginou ir em uma agência de correios e topar com uma série especial de selos comemorativos de Star Wars, ilustrados por Drew Struzan, ao preço de um cheeseburger? Caraca, como são rabudos esses americanos.
Neste rancho Bill Moyers entrevistou Joseph Campbell, na gravação histórica de O Poder do Mito, que assisti na TV Cultura em 1993, sem piscar (e talvez sem respirar, não me lembro bem). Há pouco tempo comprei o DVD, e encontrei novamente todas as respostas para todas as perguntas sobre a humanidade.
Neste mesmo lugar Rodolfo Damaggio se reuniu com George Lucas, para fazer parte da equipe de concept designers e storyboard artists do Episódio II de Star Wars. Ele tinha me cantado a bola uns 15 anos antes, quando o conheci em um estúdio pequeno, em Nova Iorque: “Um dia eu vou trabalhar com o George Lucas”, ele disse.
E foi mesmo.
























